Fim do mistério: Japinha do CV está viva

Criminosa era bem popular na capital carioca! Polícia expõe se Japinha do CV está viva após megaoperação no Rio

Em alta nas redes sociais! Neste final de semana, a possível morte da Japinha do CV voltou a virar assunto e dar o que falar na internet.

A colunista Mirelle Pinheiro, do portal Metrópoles, teve acesso ao documento que lista os nomes dos 115 suspeitos mortos em confronto com a polícia na megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) que ocorreu no Rio de Janeiro na última semana.

A jovem, conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV”, que ainda não teve o nome completo identidicado, não aparece entre os falecidos oficiais, já que foram identificados apenas homens entre os mortos no ocorrido que marcou a capital carioca e chocou o país.

Depois de repercutir na web a notícia de que a Japinha foi baleada durante a operação, a mulher passou a ser citada como traficante com cargo de atuação na linha de frente da facção criminosa, com função estratégia no mundo das drogas.

O que disse a polícia?

Investigações preliminares apontam que Penélope trabalhava na proteção de rotas de fuga e na defesa de pontos estratégicos de venda de entorpecentes na comunidade. Uma imagem explícita, em que um corpo aparece alvejado, passou a ser compartilhada com legendas que sinalizavam que se tratava dela. Porém, A PCERJ, não confirmou a informação e nem a possível morte da mulher.

A coluna ainda apurou que, dos identificados, 59 tinham mandados de prisão pendentes e pelo menos 97 tinham algum tipo de histórico de crimes. Dos outros 12 apresentam indícios de participação no tráfico em suas redes sociais. Segundo a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, isso demonstra que ao menos 109 tinham relação direta com ao Comando Vermelho.

De onde eram os criminosos?

Também segundo a PCERJ, a maioria dos criminosos era de fora do Rio de Janeiro. Dos 62 de outros estados, 19 são eram do Pará, 12 da Bahia, 9 do Amazonas, 9 de Goiás, 4 do Ceará, 3 do Espírito Santo, 2 da Paraíba,1 de São Paulo, 1 do Maranhão, 1 do Mato Grosso e 1 do Distrito Federal.

A investigação acerca das circunstâncias dos falecimentos que marcaram as comunidades da Zona Norte do Rio de Janeiro está em andamento na Delegacia de Homicídios da Capital e o trabalho é acompanhado de perto pelo Ministério Público.