Cearenses do grupo Pipoca são amigas há 25 anos e entram juntas no reality

A amizade entre Eva e Renata começou através de uma paixão em comum: a dança. As duas se conheceram ainda na infância, em um projeto social de Fortaleza, cidade onde nasceram e vivem até hoje. Juntas, passaram por todas as fases da vida – o que fez com que também desenvolvessem valores e gostos parecidos. Acostumadas com a disciplina e competitividade do balé, entram juntas no BBB 25 focadas em levar o prêmio do reality.
“São 25 anos de amizade. Quase um casamento, né? A gente era da mesma ONG e, quando nos conhecemos, eu tinha 6 anos e a Renata tinha 7. Ficamos na mesma turma e, à medida que íamos avançando, acabava que estávamos sempre juntas”, lembra Eva.
Por morar em um bairro mais afastado do projeto, Renata passava muito tempo na casa da amiga, o que ajudou a desenvolverem uma relação praticamente de irmãs. “Quando dançávamos os espetáculos, não tinha transporte que fosse deixar na minha comunidade, que era muito longe. Então, a mãe da Eva ‘me adotou’ desde cedo e eu sempre ia dormir na casa dela”.
“Com isso, acabamos ficando mais próximas ainda”, conta Renata. “E essa relação foi perdurando na adolescência, com primeiro emprego, faculdade, primeiro namorado, primeiro chifre… Tudo a gente foi vivendo juntas”, completa Eva.
Até hoje, as duas participam da mesma companhia de dança e continuam dividindo também as confidências e momentos de lazer.
Quem é Eva?
À primeira vista, quem não conhece Eva pode até achar que a morena de olhos verdes é uma típica patricinha – mas, como diz o ditado, “quem vê close, não vê corre”. A cearense de 31 anos cresceu sem luxos e, desde cedo, aprendeu a batalhar pelo que quer, por meio da rígida rotina da dança.
Apesar de ser muito competitiva, é a mais doce entre as duas. Renata define a amiga como uma pessoa “coração”. “Ela tem força, determinação, mas é mais puxada pelo lado emocional, de ter um carinho, um cuidado com os outros. É uma boa ouvinte, tem uma atenção muito legal. Ela é o que eu tenho menos, né, então me completa nisso”, diz.